Pesquisadores do MIT criaram o que foi batizado como "a menor bateria do mundo": ela mediria cerca de metade do tamanho de uma célula humana. O "combustível" utilizado para alimentá-la é ainda mais interessante: são empregados vírus, que em conjunto com anodos, catodos e eletrólitos são capazes de produzir energia elétrica.
A descoberta é de Paula Hammond e seu time de pesquisadores do centro, conta o Gizmodo. A "pilha" é composta de dois eletrodos opostos, um catodo e um anodo, separados por um eletrólito, conforme o PC Magazine. Os dois últimos haveriam sido criados a partir de uma técnica chamada litografia suave (soft litography) e vírus cultivados em laboratório:"as matrizes de eletrodos resultantes mostram uma funcionalidade eletroquímica completa", dizem os cientistas.
A utilização da técnica, juntamente com o emprego de vírus, é a primeira de que se tem notícia, afirmam os próprios membros da equipe. O feito foi anunciado na publicação Proceedings of the National Academy of Sciences, no último dia 18, que oficializa a divulgação da pesquisa. O uso pretendido para a invenção é a alimentação de micro-chips e dispositivos médicos implantados nos pacientes, afirma o Good Clean Tech.
